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O programa de melhoramento genético da pupunha no Paraná é baseado no germoplasma da população de Benjamim Constant (AM).
Em 2002 foi iniciado o melhoramento genético e conservação da pupunha para palmito no Paraná e hoje acham-se instalados cinco experimentos ou testes de progênies em regiões propícias ao cultivo da pupunha: Londrina e Cidade Gaúcha, na região norte/noroeste e no litoral, em Morretes e Tagaçaba. Enquanto no litoral, as condições de chuva e temperatura são adequadas à pupunha, no nordeste/noroeste a limitação de água é suprida por irrigação que, no caso dos experimentos de melhoramento genético, vêm sendo feitos através de gotejamento (Londrina) e aspersão (Cidade Gaúcha). Estes experimentos estão plantados em locais com menor risco de geada. Avaliações de campo vêm sendo conduzidas. As características mais importantes que vêm sendo avaliadas são altura da planta, diâmetro, número de perfilhos e peso do palmito tipo exportação, basal e picadinho. Análises genéticas vêm sendo feitas por meio de softwares espécificos como o SELEGEN REML/BLUP para orientar a seleção genética no campo. Foram formadas Áreas de Produção de Sementes Melhoradas em Londrina e Morretes, que também constituem-se em Bancos de Conservação. Este material genético será comparado com a população comercial peruana quanto a superioridade para produção de palmito, para futura recomendação aos produtores.
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