Projeto
Agronegócio
Pupunheira
Zoneamento
Melhoramento genético e conservação
Sistema de produção em áreas sem restrições hídricas
Sistema de produção em áreas com restrições hídricas
Doenças e pragas
Processamento mínimo
Processamento envasado
Indicadores de custos, produtividade e renda
Publicações
Equipe
Receitas
Pupunheira para Palmito no Sul do Brasil
Página Inicial
Embrapa Florestas
Portal da Embrapa
Área Restrita
Contato
Busca
 
O Projeto

 

O projeto "Palmito de pupunha (Bactris gasipaes Kunth. var. gasipaes Henderson): uma alternativa sustentável para o aproveitamento de áreas abandonadas pela agricultura no Domínio da Mata Atlântica” tem o objetivo de desenvolver um sistema de produção que dê suporte à atividade de produção de palmito cultivado, de forma sustentável, visando ofertar um sistema para o aproveitamento de áreas abandonadas pela agricultura no domínio da Mata Atlântica, nos estados do Paraná e Santa Catarina. A pupunheira para palmito é uma alternativa para diversificação da fonte de renda e agregação de valor. Devido à sua alta produção por unidade de área, o aumento na oferta de palmito cultivado representa também um decréscimo na pressão, ainda existente, sobre as populações remanescentes de juçara (Euterpe edulis Mart.). O projeto trata sobre o zoneamento edafoclimático, diagnóstico de sistemas de produção, mercado, melhoramento genético e conservação, propagação de material de plantio, silvicultura, manejo e processamento de palmito. O projeto é resultante de uma parceria entre Embrapa Florestas, Universidade Estadual de Maringá-UEM, Universidade Estadual de Ponta Grossa-UEPG, Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural-EMATER/PR, Instituto Agronômico do Paraná-IAPAR, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina-Epagri e algumas prefeituras. Desenvolveram-se pesquisas que permitarão aos agricultores acesso a técnicas adequadas de cultivo. A viabilização da comercialização do palmito in natura por grupos de produtores pode constituir-se em importante fonte de renda para agricultores familiares, uma vez que o processamento não exigiria grandes investimentos e tornaria possível a venda do produto em mercados locais (feiras de produtores) ou em grandes mercados.